
quinta-feira, 31 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
QUANDO
Quando foi a última vez que contou as estrelas
E sonhou com os olhos abertos uma história de amor?
E quando foi que o sorriso chegou aos seus olhos
E o riso de alguém aqueceu o seu peito?
Quando foi que abraçastes o mundo
Sem medo de nada..
E contou para lua todos os seus segredos?
Quando dançou em total abandono, rodopiando na sala
Quando apostou na esperança e não na sua dor?
E olhou para vida feito criança,
Sentindo na alma a melodia do amor?
Quando foi?
- J'amour -
SÓ

Recordas amor..
Do que te sussurrei ao ouvido enquanto dormias?
Disse-te:
Leva teu corpo e vai
Mas deixa que permaneça a tua alma
Para me consolar na minha solidão
Que segura com garras frias meu coração
E envelhece-me o corpo suado
Do amor que fiz quando estive nos seus braços
Em brancas folhas escrevi:
Inda que eu corra o mundo todo
Conheça todos os lugares
E viva todos os momentos, eu estarei só
Mas nunca escreverei a palavra FIM
- J'amour -
Do que te sussurrei ao ouvido enquanto dormias?
Disse-te:
Leva teu corpo e vai
Mas deixa que permaneça a tua alma
Para me consolar na minha solidão
Que segura com garras frias meu coração
E envelhece-me o corpo suado
Do amor que fiz quando estive nos seus braços
Em brancas folhas escrevi:
Inda que eu corra o mundo todo
Conheça todos os lugares
E viva todos os momentos, eu estarei só
Mas nunca escreverei a palavra FIM
- J'amour -
domingo, 13 de março de 2011
Omnia Quae Sentio Sum
sábado, 12 de março de 2011
EU TE AMO
EU TE AMO.
Não porque conheça toda a sua história
Mas porque nem mesmo a areia do tempo
Conseguiu te apagar da minha memória
EU TE AMO
Não porque meus dedos tenham decorado sua geografia
Mas porque minha alma preregrina reconheceu a tua
E meu coração sedento, mesmo sem ver-te, soube que te queria
EU TE AMO
E nem o tempo, a geografia, a história impedem a verdade
Por eras andei a te buscar por entre escombros de sentimentos
Dentro de mim você foi e será sempre a minha saudade
.
J'amour
Não porque conheça toda a sua história
Mas porque nem mesmo a areia do tempo
Conseguiu te apagar da minha memória
EU TE AMO
Não porque meus dedos tenham decorado sua geografia
Mas porque minha alma preregrina reconheceu a tua
E meu coração sedento, mesmo sem ver-te, soube que te queria
EU TE AMO
E nem o tempo, a geografia, a história impedem a verdade
Por eras andei a te buscar por entre escombros de sentimentos
Dentro de mim você foi e será sempre a minha saudade
.
J'amour
sexta-feira, 11 de março de 2011
SEGREDOS

A vida tem segredos
Mistérios
Um lado, como a lua
Que muitas vezes não percebemos
Mas que está lá
Sempre estará, e podemos intuir
Cada vez que levantarmos os olhos
Para ver o céu e brincarmos de caçar estrelas
E esses mistérios da vida
Apenas conseguiremos perceber com o coração
Se dermos liberdade para ele voar..
.
J'amour
POESIA

Poesia é um corpo do que trazemos na alma e no coração.
Ao escrever, lhe damos cabeça, tronco, membros, olhos, lágrimas, boca e espírito.
Nos tornamos criadores e expositores de nós mesmos.
Invertemos e inventamos nossas dores e amores.
Expressamos sentidos, falamos mansamente a outros ouvidos.
Gritamos pela janela, agarramos cabelos, seguramos outras mãos
e falamos a outro coração que não o nosso.
É magia da criação, é sentir, dividir, permitir que nos invadam, é abrir os cofres da alma.
Escrever uma poesia é sentir...
Saudade do que fomos.
E vontade de ser o que queremos.
.
J'amour
LIBERDADE
E me pergunto quando seremos livres?
Porque vejo pressa nos olhos que evitam os meus.
Porque sei da pressa em meus olhos que fogem dos teus.
Porque sentimos medo de estarmos errados e não termos tempo.
Não termos tempo para enganos, para perder, para errar, para amar.
Nos perdemos no meio de uma multidão cansada.
Uma multidão de almas apressadas e presas em si mesmas.
Presas no medo.
No medo de cair, de não amar, de amar e sofrer.
Medo de perder o poder.
Poder que ingenuamente pensamos ter em nossas humanas mãos.
Ó PODEROSA LIBERDADE DA ALMA...
Busca-me com tuas asas.
E dá-me de beber da tua fonte.
Tira os grilhões que prendem meus pés no vazio, dos que vivem sem viver.
Ajuda-me a voar nos meus sonhos, a olhar dentro de outros olhos sem medo de sofrer.
Sem medo de perder meu tempo, minha vida.
De esperar o amor, mesmo que este me escape a cada bater de asas, por ser livre.
Tira a venda dos meus olhos e ajuda-me a caminhar sem medo ao teu lado.
.
J'amour
Porque vejo pressa nos olhos que evitam os meus.
Porque sei da pressa em meus olhos que fogem dos teus.
Porque sentimos medo de estarmos errados e não termos tempo.
Não termos tempo para enganos, para perder, para errar, para amar.
Nos perdemos no meio de uma multidão cansada.
Uma multidão de almas apressadas e presas em si mesmas.
Presas no medo.
No medo de cair, de não amar, de amar e sofrer.
Medo de perder o poder.
Poder que ingenuamente pensamos ter em nossas humanas mãos.
Ó PODEROSA LIBERDADE DA ALMA...
Busca-me com tuas asas.
E dá-me de beber da tua fonte.
Tira os grilhões que prendem meus pés no vazio, dos que vivem sem viver.
Ajuda-me a voar nos meus sonhos, a olhar dentro de outros olhos sem medo de sofrer.
Sem medo de perder meu tempo, minha vida.
De esperar o amor, mesmo que este me escape a cada bater de asas, por ser livre.
Tira a venda dos meus olhos e ajuda-me a caminhar sem medo ao teu lado.
.
J'amour
EU SINTO

EU SINTO...
Eu sinto saudade, mas tenho medo.
Medo de ser apenas um segredo.
Desses que já nem se esconde mais.
Eu sinto saudade, mas tenho medo.
Medo do frio que me gela a espinha.
Da voz que me sussurra ao ouvido.
E me deixa surda ao escutar: perfídia.
EU SINTO.
E então, finjo que não ligo.
E rio do meu medo de ser apenas mais um brinquedo.
De ser perdida por tuas mãos descuidadas na escuridão da memória.
E me ausento de ti antes de ser passado sem virar história.
Ah, esse pavor que debocha e me lambe a cara.
Que me corroe a alma e me afasta de você.
Porque tenho medo.
Medo de ser esquecida sem ser vivida.
Medo de ousar te amar, receio de te querer.
Medo de não mais te encontrar.
E ao não te encontrar, tenho medo de me perder.
Mesmo assim, sinto saudades.
Mesmo assim, AMO VOCÊ.
.
- J'amour -
Eu sinto saudade, mas tenho medo.
Medo de ser apenas um segredo.
Desses que já nem se esconde mais.
Eu sinto saudade, mas tenho medo.
Medo do frio que me gela a espinha.
Da voz que me sussurra ao ouvido.
E me deixa surda ao escutar: perfídia.
EU SINTO.
E então, finjo que não ligo.
E rio do meu medo de ser apenas mais um brinquedo.
De ser perdida por tuas mãos descuidadas na escuridão da memória.
E me ausento de ti antes de ser passado sem virar história.
Ah, esse pavor que debocha e me lambe a cara.
Que me corroe a alma e me afasta de você.
Porque tenho medo.
Medo de ser esquecida sem ser vivida.
Medo de ousar te amar, receio de te querer.
Medo de não mais te encontrar.
E ao não te encontrar, tenho medo de me perder.
Mesmo assim, sinto saudades.
Mesmo assim, AMO VOCÊ.
.
- J'amour -
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